Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Educar para a autoestima



A escritora Cristina Locatelli lançou, em 2014, um pequeno grande livro: Construindo a Autoestima desde a Infância.

Trata-se de um tema fundamental nos dias de hoje. É preciso que os pais, professores e todos quantos participem da educação da criança tenham em mente que na infância se forma boa parte da psique da criança. Se os pais não educarem seus filhos para se valorizarem, eles provavelmente carregarão esse pesado estigma pela vida afora.

Desculpas para a baixa autoestima sempre há: o governo, o chefe, o patrão, o vizinho etc etc. Mas são apenas desculpas pois, no mesmo país, no mesmo bairro, na mesma empresa há pessoas com excelente autoestima.

Uma esclarecedora tabela mostra a diferença entre construir a autoestima ou destrui-la. Um trecho:

Quadro 1 (+)
CONSTRUINDO UM VENCEDOR
Quadro 2 (-)
Construindo um
perdedor
Ensine o seu filho a vencer as dificuldades
Não perca tempo com as dificuldades do seu filho
Estimule-o a superar as dificuldades
Ignore as dificuldades, ele se vira sozinho
Elogie as coisas certas, diga muito bem quando ele acerta
Critique os comportamentos errados o tempo todo. E quando ele acerta, diga-lhe que não fez mais que a obrigação.
Elogie as vitórias, a superação dos obstáculos
Faça-o sentir-se um incapaz.
Explique como fazer as coisas corretamente
Você já cansou de falar para ele não fazer as coisas daquele modo
Demonstre o seu amor em todas as situações, boas e ruins.
Quando ele está enchendo a paciência, você o faz sentir que não é amado.


Este trabalho – em formato de livro de bolso – visa a corrigir esses cacoetes que temos e que, sem intenção, passamos aos nosso filhos, muitas vezes prejudicando-lhes o futuro.


sábado, 28 de setembro de 2013

Os livros e o fim do papel

Crise no Mercado de Jornais e Revistas




Recentemente recebemos, aqui na Editora, a visita de um fornecedor, uma grande gráfica. Quando disse "grande", eu quis dizer grande mesmo!

A reunião foi motivada pelos constantes atrasos na entrega de livros que encomendamos a essa gráfica. Atrasos, erros e falhas de comunicação. Qual seria a causa desses problemas? Como somos clientes antigos, a gráfica se dispôs a vir à Editora para dar as explicações.

Conforme o relato dos dois representantes, o que ocorreu foi o seguinte:

1) Essa empresa gráfica presta serviços para as maiores editoras brasileiras, imprimindo revistas e jornais;

2) as editoras estão em crise, pois a venda de jornais e revistas caiu vertiginosamente. Eles citaram uma que costumava imprimir um milhão de exemplares e que teve esse número reduzido para cem mil, ou seja, as vendas caíram 90%; O nome dessa crise é www. A internet tornou-se o veículo preferencial dos jovens para ler, pesquisar, saber notícias, etc.

3) a gráfica está, rapidamente, priorizando os pequenos clientes, como as pequenas editoras. Elas estão "bombando", como se diz na gíria. E a grande gráfica, finalmente, percebeu que nelas pode estar o futuro do mercado editorial. Mas certamente esse futuro não está nos ex-grandes veículos de mídia, como jornais e revistas.

Pequenas, mas nem tanto

Afinal, o que é uma empresa "pequena"? A Editora Sucesso, por exemplo, está num ritmo acelerado de lançamento de livros. Exemplos: "Viva La Vida", do cantor mineiro Paulinho Jones, "Frederica Sentada na Pedra", da veterana autora Lucinda Major, "Universidade Aberta da Terceira Idade" e "Atividade Física na Terceira Idade", ambos do professor Edwar Santos Santana. E vários outros (em breve estarão em nosso site).

Os veículos em papel um dia deixarão de existir. Certamente há menos leitores de jornais e revistas em papel. Mas quanto aos livros, eles ainda têm uma vida útil pela frente. Aos poucos é que serão substituídos pelo livro digital (eBook). Por alguns anos, ambos coexistirão mais ou menos pacificamente.

Como publicar um livro

Sobre os livros, há um "detalhe" importante: tornou-se muito mais fácil e barato publicar um livro, mesmo quando se é um autor iniciante. No entanto, essa facilidade é real apenas para publicações de "pequenas" editoras. As grandes ainda impõem condições que tornam praticamente inviável ao autor a publicação. E mais inviável ainda é o autor esperar algum ganho financeiro significativo caso publique com as grandes.

Mas não é o caso de se recriminar as grandes editoras, pois elas têm despesas que são tão grandes quanto elas mesmas. E empresas, por definição, precisam ter lucro, ou morrem. Assim, precisam cobrar do autor iniciante o suficiente para manter a saúde financeira da empresa.

Com as pequenas o jogo é outro: trata-se de uma parceria entre o autor e a Editora. A proposta é que ambos saiam no lucro. Para isso, as "pequenas" editoras oferecem condições que são inviáveis para as grandes.

A desvantagem que havia antigamente quando se publicava um livro por uma editora menos conhecida era a venda. Havia até uma grande editora que se gabava de ter, no cofre da empresa, a lista de todas as livrarias do Brasil, com endereço e telefone. "Essa é nossa vantagem competitiva", pareciam dizer os donos dessa grande editora. Com o advento da internet, essa vantagem virou fumaça. Agora todos têm acesso às editoras. E mais, todos podemos vender livros para o público consumidor, na internet, dispensando intermediários.

Na próxima postagem, vamos rever como é essa publicação do livro e todos os seus passos.


domingo, 18 de setembro de 2011

O brasileiro lê pouco?


É comum que as pessoas repitam as frases estereotipadas sobre o Brasil sem pensar se elas são verdadeiras ou não. Num certo mês de janeiro, no passado próximo, o gerenciador desde site-blog estava em uma gráfica, conferindo a prova heliográfica de um livro que seria impresso ali. Em certo momento, o funcionário que me atendia soltou uma dessas frases hipnóticas:

- Pois é, o Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval...
Ao que respondi:
- E você, está trabalhando em pleno mês de janeiro?
- Claro que sim! Vou ter que trabalhar até neste fim de semana!
- E a Gráfica, está todo mundo trabalhando?
- Sim, estamos cheios de serviço, não dá pra parar, não!
- E os ônibus que vem para este bairro? Os motoristas estão trabalhando normalmente?
- Ô, se tão! Peguei o ônibus hoje às 5:30 da matina!
- Eu também saí cedo - respondi - Fui à Biblioteca Nacional, um órgão público, e os funcionários estavam todos lá, trabalhando normalmente. Então, o Brasil já está funcionando antes do Carnaval, não é mesmo?
Ele ficou pensativo, por um momento, depois mudou de assunto. Será que saiu de seu transe hipnótico?

Outro paradigma é de que o brasileiro não lê. Mas será que essa também não é uma mentira que, repetida mil vezes, torna-se verdade, como pontificou o ministro da propaganda de Hitler?

Vejamos alguns dados: no Brasil temos cerca de 2500 a 3000 livrarias (não se sabe esse número com precisão). Ou seja, uma livraria apenas para cada dois municípios brasileiros. Esse dado é um indício de que os brasileiros leem poucos livros.

Mas sabemos que há outros pontos de venda, como os sebos. Temos cerca de 3000 sebos em todo o país. Então, somando-se as livrarias e os sebos, há um ponto de venda para cada cidade brasileira. As perspectivas já não parecem tão sombrias, não é mesmo? Ainda mais se imaginarmos que os sebos vendem uma quantidade muito maior de livros que as grandes redes de livrarias.

Um outro dado não pode nos passar despercebido: existem, no país, cerca de 30.000 bancas de revistas. São pontos de venda de livros, revistas, jornais, etc. As maiores são verdadeiras lojas de conveniência.

Portanto, temos 36.000 pontos de venda de publicações, entre livros, revistas e jornais. São cerca de 7 estabelecimentos para cada cidade brasileira. Um para cada 5.000 habitantes. O cenário agora parece bem mais propício à leitura, não é mesmo?

Ao visitarmos uma dessas bancas de revistas mais sofisticadas, vemos que há dezenas de revistas de tricô, dezenas de revistas de artes marciais (há uma de Ai-ki-dô e outra de Hap-ki-dô, lembrando-nos que são artes marciais diferentes). Há revistas de ciência, de religião, de variedades, de regimes, de fofocas, enfim, de uma infinidade de temas. É caso de se perguntar, como diz a música: Quem lê tanta notícia?

Se há público para tantas publicações, é porque o brasileiro lê, sim. Só lê poucos livros. Qual será o motivo dessa preferência por revistas e jornais? Neste espaço só podemos arriscar palpites:
- as escolas brasileiras (tanto as públicas como as particulares) não incentivam a leitura de livros além dos usados no currículo. As exceções confirmam a regra;
- ao ler jornais e revistas brasileiros, o público se acostumou à superficialidade que caracteriza a maioria das publicações.

Sobre esse segundo item, devemos lembrar que nosso jornalismo se espelha bastante no dos EUA, que segue uma linha de superficialidade. Lá, como aqui, evita-se ir muito fundo na análise das notícias, supostamente para não cansar o leitor. É um jornalismo feito para Homer Simpson. Um(a) jovem que comece sua experiência de leitura por esses jornais e revistas terá dificuldade de ler um livro um pouco mais longo, ou um pouco mais profundo. É uma questão de treinamento cerebral.

As publicações noticiosas, na Europa, sempre seguiram outra filosofia, totalmente diferente. Lá, os assuntos abordados são esmiuçados de forma mais detida e profunda, estimulando a reflexão do leitor. Não por coincidência, o índice de leitura de livros na Europa é bem maior do que o registrado nos EUA. Mas, lastimavelmente, a Europa começa, também, a enveredar pelos caminhos falaciosos da superficialidade, seguindo os cânones da mídia estadunidense.

A solução encontrada por alguns editores nos EUA para aumentar a venda de livros foi produzir livros superficiais, que se adequassem ao perfil do leitor, ao invés de tentar mudar para melhor esse perfil. Aqui também iremos pelo mesmo caminho?

Como já dissemos em outros posts desse site-blog, o eBook representa uma oportunidade de ouro para ampliarmos a quantidade e a qualidade do leitor brasileiro. Seu custo reduzido, sua facilidade de produção, podem ser a chance das pequenas editoras mostrarem a que vieram, ajudando a evolução do país.

Que os leitores de revistas tornem-se também leitores de livros.


domingo, 11 de setembro de 2011

Fórum

O tablet na cabeça da moçada

eBook ou Facebook?


O gerenciador deste site/blog conversou com um professor universitário, dirigente de uma grande instituição de ensino superior. O assunto foi a febre dos tablets. Concordamos que é impressionante a velocidade com que os tablets estão se popularizando. No entanto, ele colocou em dúvida o lugar que o tablet ocupa na mente do consumidor. Nosso interlocutor observou que muitos jovens usam o tablet como se fosse um netbook e não leem eBooks. Preferem entrar no Facebook, Twitter, mandar e receber emails.

O Facebook cresceu 258% no Brasil em 2010 e continua crescendo aceleradamente. Talvez isso tenha relação com a venda de tablets. Aliás, a venda de computadores de mesa começa a desacelerar e perder espaço para os netbooks, notebooks e tablets.

Segundo o excelente site de notícias Teletime, "as vendas de tablets no Brasil devem alcançar a casa das 450 mil unidades neste ano, considerando tanto os equipamentos comercializados por varejistas e operadoras quanto os provenientes do chamado mercado cinza, de acordo com projeção da IDC. O número representa uma expansão superior a quatro vezes na comparação com os 100 mil aparelhos entregues em 2010. Para 2012, a expectativa da consultoria é que a quantidade de tablets vendidos no país mais do que dobre, saltando para cerca 1 milhão de aparelhos". Boa parte desses tablets vendidos são os mais baratos, com preços na faixa de R$ 150,00 a R$ 400,00, que utilizam o sistema Android.


Nesse contingente de compradores inclui-se a chamada classe média emergente, que anseia por inserir-se nesse fascinante mundo da internet e das comunicações. Mas também a classe média "tradicional". Nem uma nem outra tem o hábito de leitura de livros, como de resto os brasileiros não tem, embora tenham o hábito de ler uma enorme quantidade de revistas e jornais (assunto para matéria neste espaço em breve).


Não podemos culpar a classe média emergente por não ter o hábito de ler livros. Nem tampouco a classe média "tradicional". O que precisamos é estimular os jovens de todas as classes à leitura de livros, que não pode se confundir com a leitura de revistas e jornais. Estes, com todo respeito, são veículos superficiais, com um português sofrível e uma abordagem rasa dos assuntos dos quais tratam em suas páginas descartáveis.


Mas como estimular os jovens a ler se um livro de 150 páginas custa R$ 45,00, apesar da renúncia fiscal quase total que se mantém há décadas sobre o produto chamado livro? Aliás, por que esse preço tão alto se o imposto sobre os livros é praticamente zero? Será verdade o que se lê na mídia, que o chamado "custo Brasil" é, na verdade, "lucro Brasil", fruto da ganância de empresários irresponsáveis?


Seja qual for o motivo dos altos preços dos livros em nosso país, o fato é que o eBook veio para ficar. Os que ainda produzem livros em papel que tratem de baixar drasticamente os preços, pois o eBook tem um custo de produção que é uma pequena fração do custo de se produzir um livro.


É justamente no baixo custo do eBook que reside uma de suas maiores vantagens. O site da Amazon comercializa eBooks a preços como U$ 0,99, U$ 1,99, etc. Isso ainda assusta as grandes redes brasileiras de livros. Elas preferem preços bem próximos do preço do livro em papel. Mas isso é uma atitude irrealista. Aí está uma oportunidade para as pequenas editoras tomarem o mercado das grandes.


Se os jovens proprietários de tablets encontrarem eBooks a preços razoáveis, certamente poderemos ampliar enormemente a porcentagem de brasileiros que lerão livros com regularidade.

sábado, 27 de agosto de 2011

O eBook e as pequenas editoras - parte 1

O eBook ainda é uma esfinge enigmática para as pequenas editoras
O eBook ainda é um enigma para as pequenas editoras. Urge decifrar esse enigma.
Caso contrário, elas serão atropeladas pelos fatos.

Recentemente, o Governo Federal implementou regulamentação que classifica os tablets (leitores de livro digital) como computadores, o que resultou em redução drástica de impostos. Isso terá, como consequência, um grande aumento da venda desses equipamentos em nosso país.
Já estamos convivendo com um fenômeno novo ligado à revolução da internet: o eBook. A explosão dos eBooks ainda não foi percebida por muitas editoras, e não foi compreendida por outras. Isso porque trata-se de uma transformação radical na maneira como vemos a leitura.

Essa dificuldade de compreensão pode até ser considerada natural, já que estávamos todos acostumados ao bom e velho livro em papel. A tendência do ser humano é, às vezes, pensar que nada mudará, que tudo o que foi bom no passado continuará a ser aceito no futuro. Só que essa atitude não tem mais justificativa nos dias de hoje, quando os computadores produziram uma transformação na vida de todas as camadas sociais.

O livro digital - eBook - não eliminará o livro em papel, assim como o cinema não extinguiu o teatro, nem o advento da televisão acabou com o rádio. As coisas se somam, pelo menos por 50 ou 100 anos. Meio século foi o tempo aproximado que levou para que o computador eliminasse as máquinas de escrever. Um século foi o tempo que levou para que as locomotivas a diesel aposentassem as velhas locomotivas a carvão. Há público para todos os gostos. No entanto, as máquinas fotográficas digitais serão mais rápidas para aposentar as velhas máquinas fotográficas com filme.

Para os homens e mulheres de negócio, é importante saber a dimensão das coisas novas que surgem, para não ser atropelado por elas. Isso não é fácil para aqueles que são testemunhas oculares das novas tecnologias. Quando surgiu o automóvel, ele era chamado "carruagem sem cavalos", pois as pessoas sentiam necessidade de associar aquela máquina estranha com algo que elas já conheciam. O mesmo fenômeno de comparação ocorre agora, com o eBook sendo comparado com o livro em papel.

Mas um automóvel não é uma carruagem sem cavalos. É um automóvel. Ou seja, é uma nova categoria de transporte. Um eBook não é um livro em papel que foi "passado" para o computador. Um eBook é uma outra categoria de cultura e arte, que no momento apenas podemos vislumbrar.

Só para termos uma ideia, cito aqui algumas possibilidades:

  • Uma história ficcional em formato eBook pode ser lida do ponto de vista de vários personagens. O leitor, de início, opta por um deles como narrador, para seguir os acontecimentos. Depois, poderá ler novamente, mas do ponto de vista de outro personagem.

  • Pode-se colocar links para páginas da internet. Esses links podem ser de esclarecimentos culturais a respeito de alguma passagem do livro. Mas podem ser para dar ao leitor um bônus de presente na compra de seu próximo eBook.

  • E, brevemente, os formatos permitirão a inclusão de sons e pequenos vídeos. A riqueza do eBook parece não ter limites. Isso é particularmente verdade para os eBooks ficcionais. Contar uma estória num livro em papel é uma coisa. Contar essa estória num eBook é outra coisa, muito mais rica em possibilidades.
As editoras que não acordarem rapidamente para esse novo mundo digital e insistirem em não lançar títulos em formato digital correm o risco de perderem o bonde da História. Para estas editoras, a realidade cobrará seu preço, que pode ser muito alto.

Nossa conversa filosófica continua neste espaço. Nos próximos artigos, vamos abordar o eBook também do ponto de vista comercial. Como calcular o preço de um Ebook? Como fazer um contrato entre a editora e o autor para o lançamento de um eBook? O eBook pode ser uma grande oportunidade para as pequenas editoras?


Livro em foco - Visões da Governança Corporativa

Visões da Governança Corporativa


Foi lançado oficialmente, no último dia 30 de agosto, o livro Visões da Governança Corporativa, de Gregório Mancebo Rodriguez e Mônica Mansur Brandão. O evento ocorreu na Livraria Saraiva do Shopping Vila Olímpia e reuniu cerca de 50 pessoas. O livro, por outro lado, tem surpreendido: Já vendeu 500 exemplares em poucas semanas, o que não é comum em se tratando de obra tão específica.

O Visões propõe uma definição muito clara do que é governança corporativa. Uma definição bastante inovadora, mas bastante lógica, permitindo uma análise mais precisa das políticas de governança das empresas.

A passagem de uma empresa da condição de empresa fechada para a de empresa aberta (S.A.) é um passo bastante complexo. Não raro, na História, empresas que ousaram tomar essa decisão, posteriormente deram o passo atrás, retornando ao status de companhia fechada, devido à falta de uma boa política de governança corporativa.

O Visões foi escrito por dois profissionais altamente gabaritados na área de gestão corporativa e planejamento financeiro. Não é, portanto, uma obra meramente acadêmica, mas o resultado de vivências corporativas, o que a torna ainda mais importante.







__________________