sexta-feira, 11 de março de 2022

Ayoub Reiki - um livro profundo e fundamental


Acaba de ser publicado o livro Reiki – O Poder do Universo em Suas Mãos, do Mestre Jorge Ayoub. Este é um livro que, no dizer dos estadunidenses, é um game changer, isto é, um livro que marca uma virada no assunto que aborda. A obra contém inúmeros ensinamentos e recomendações, tanto para os que são reikianos, como para os que almejam ser. É um compêndio muito completo, com mais de 300 páginas.

Conforme o próprio autor escreve:

Este livro é indicado para Reikianos do nível 1 ao 3, e para todas as pessoas que gostam de filosofia oriental, recheada de ensinamentos e sabedoria milenar. O Reiki é uma técnica de imposição de mãos que usa energia cósmica e embora não tem nada a ver com nenhuma religião, nasceu no oriente, em meio a inúmeros conhecimentos e filosofias budistas e taoistas, por isso tem muita teoria por trás de sua aplicação prática. Este livro conta a história do Reiki e de seu renascimento no Japão através do Mestre Mikao Usui. É importante ter conhecimento e sabedoria para poder ter uma boa filosofia de vida, que ajuda a ter uma boa estratégia para não falhar na vida e este livro traz muito disso ao(à) leitor(a), seja Reikiano(a) ou não. Do Japão foi para os EUA e a seguir se espalhou pelo mundo como a única imposição de mãos sem nenhum cunho religioso. Em muitos países de primeiro mundo, as pessoas Reikianas trabalham em hospitais e clínicas, pois foi demonstrado que os pacientes que recebem Reiki se recuperam melhor e adquirem mais força para vencer suas doenças e seus desequilíbrios. Demonstro os símbolos, seus significados e utilizações. Mostro um pouco sobre o Ayoub Reiki com alguns dos símbolos canalizados, muito úteis para energizar e equilibrar o corpo, a mente e solução de problemas.

Este livro também aborda: Os princípios yin e yang, taoismo, os 7 princípios herméticos, as 3 palavras mágicas, as 4 leis espirituais indianas, a eletricidade no corpo humano, os 7 céus ou dimensões, a mágica do dízimo, o poder do perdão, técnicas de se proteger de energias perversas, os chackras, técnica de jogar luzes nas pessoas que precisam,  a energia das pirâmides e muito mais.

Se você se interessou pelo livro, entre em contato conosco ou com o próprio autor, pelo site www.jorgeayoub.webs.com.


sábado, 5 de dezembro de 2020

A aversão à tecnologia

 

Imagem: Freerangestock/Nappy Studio - www.freerangestock.com

Há uma tendência entre pessoas com mais idade a rejeitar tecnologia. Quando eu era criança o telefone fixo residencial começou a se popularizar. Pouquíssimas pessoas tinham telefone em casa. E não se interessavam em ter. Por isso, a Telesp empresa de telefonia de São Paulo na época publicava anúncios nos jornais com o slogan: "telefone não é luxo, é necessidade". Muitos rejeitavam aquele "exotismo". Principalmente os mais velhos. Alguns diziam: "eu nunca tive telefone e nunca me fez falta".

Atualmente, ninguém mais acha que ter telefone é luxo. Ao contrário, conheço idosos que só tem o telefone fixo, não usam celular, muito menos computador ou internet. E a desculpa é a mesma: "não preciso de celular, nunca tive, e não penso em ter".

Este escriba tem 65 anos. E jamais pensei assim. Tenho celular, computador, tablet, mesa de desenho, notebook, kindle. Logo no início dos celulares, comprei meu tijolão com tela de cristal líquido. Até hoje lembro dele com gratidão.

Quando surgiram os computadores pessoais, comprei um usado, com tela de fósforo verde. Na época, fiquei maravilhado. Percebi que aquilo era um grande poder em minhas mãos. E nem existia internet!

Aliás, voltando no tempo, lembro-me da minha primeira máquina de escrever Lettera 22. Até hoje ela está guardada. Mesmo ela já era um poder. Com ela fiz um cartaz de um pequeno negócio que eu tinha. Tirei cópias e distribui pelo bairro. Sem ela, eu teria que escrever à mão, ficaria um cartaz muito tosco!

Um amigo meu tem o seguinte conceito: à medida em que não quisermos conhecer coisas novas, estamos velhos. Talvez não velhos de corpo, mas velhos de mentalidade. Digo isso porque conheço pessoas jovens que também não querem aprender nada novo. Tudo bem, é um direito de cada um decidir sobre sua vida. Mas cada decisão traz consequências. A decisão de não ter computador e não ter celular provoca isolamento, a não ser que a pessoa viva, digamos, numa comunidade de agricultores na qual ninguém tem celular nem computador.

A espécie humana é uma espécie gregária. Vivemos em sociedade. Se optarmos pelo isolacionismo tecnológico, a consequência pode ser o isolamento social.